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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Saudade.

E eu que sempre achei que a inveja e o egoísmo eram os piores sentimentos do mundo. É, são ruins, mas hoje eles têm um peso menor, hoje eu conheci a maldita saudade. Não tem coisa pior do que olhar pra qualquer coisa e lembrar de algo ou alguém, pegar o telefone e querer discar aquele número que se sabe de cor, ver aquelas fotos, sentir aquele perfume, escutar aquela música, e TUDO te leva ao mesmo ponto final. A falta que eu sinto passou do estágio 'insuportável' e hoje ele me amedronta, ele me fere, me diminui, me infelicita, me mata, é uma falta inexplicável, inevitável, é uma dor, a pior dor. Imaginar o que ele pode estar fazendo agora, se ele está bem, se precisa de ajuda, se precisa de alguém, se precisa de mim. Essa ânsia de saber como ele está dói, inferniza a alma, a mente, e tortura todo o meu ser. E a cada instante, cada minuto, cada hora, cada dia, cada semana longe dele, aumenta-se um buraco negro dentro do seu próprio corpo, e cresce, apenas cresce. E diante de todo esse auge do desespero, me bate aquela dúvida de como vai ser quando eu o ver de novo. A saudade que só aumenta só me faz ter aquela impressão de que o verei pela primeira vez, quando na verdade eu só o verei de novo, depois de um longo tempo distante. Aquele frio/borboleta na barriga vai voltar, eu sei. Assim como eu também sei que o abraço que eu o darei será o mais longo e sincero de todos, apenas para compensar todo o tempo que perdi longe dele. Só de olhar nos olhos dele, ouvir sua voz singular, tocar sua pele... Ah, não há recompensa maior para a saudade! Espero estar menos ansiosa por esses dias, pois ela só diminui meu tempo de vida.

1 comentários:

maarques disse...

muitoo lindo, ameii *----*